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Estoque

Estoque de peças na oficina: o que vale manter

Veja como decidir quais peças guardar, quando repor e como reduzir dinheiro parado no estoque.

11 out 2026 · 2 min de leitura

Uma peça comum falta e o carro passa a noite no elevador. Na prateleira ao lado, há itens comprados há meses que talvez nunca saiam. Falta e excesso de estoque tiram dinheiro da oficina, cada um do seu jeito.

Quem conhece os carros que passam pela bancada já tem boa parte da resposta. O que falta, em geral, é registrar o que realmente gira em vez de comprar por impressão.

O que vale ter à mão

Comece pelos itens de uso frequente e aplicação conhecida, como filtros e pastilhas dos modelos que mais aparecem. Para cada um, olhe quantas vezes saiu no último trimestre, quanto tempo o fornecedor leva para repor e o que custa deixar um serviço parado esperando.

Peças caras, de pouca procura ou com muitas variações por modelo pedem análise antes da compra. Confirme a aplicação pelo veículo e pelo catálogo do fornecedor.

Controle sem burocracia

Cadastre cada item com identificação clara, quantidade e local na prateleira. Registre a entrada, o uso em cada OS e as devoluções. Faça contagens de tempos em tempos para achar as diferenças antes que elas apareçam no balcão.

Defina um ponto de reposição a partir do consumo e do prazo de entrega do fornecedor. A quantidade mínima muda conforme a especialidade e o volume de cada oficina.

No OsNota, o cadastro de peças já guarda código do fabricante, marca, aplicação e uma categoria (linha, família e grupo), o que facilita achar a peça certa e ver o que mais sai em cada grupo.

Peças paradas

Revise os itens sem saída, veja o que ainda pode ser devolvido e separe as peças que perderam aplicação. O dinheiro preso nelas faz falta no fluxo de caixa, mesmo com a prateleira cheia.

Na próxima compra, compare mais do que o preço: qualidade, garantia, prazo de entrega e o custo de manter o carro parado esperando a peça.